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A procura por seguro de vida aumentou na pandemia, vale a pena agora e pós-pandemia?

Entenda porque esse interesse deve continuar crescendo no pós-pandemia

Você tem o hábito de se planejar financeiramente? E, nesses momentos, considera contratar o seguro de vida? Muitas pessoas acham que o seguro de vida é um dinheiro jogado fora e não incluem esse investimento no planejamento das finanças. O que muitas delas não sabem é que, por existir coberturas para receber em vida e não somente em caso de morte, é necessário fazer uma análise de cada caso.

Essa análise, por exemplo, acabou ocorrendo com mais frequência na pandemia. Afinal, são mais de 162 mil mortes por coronavírus no Brasil até hoje.

Não foi só o medo da morte e a preocupação em deixar tranquilidade financeira para os familiares que motivou esse aumento repentino.

Então, como a crise impulsionou a procura por seguros de vida? Com a diminuição e paralisação das atividades, foram milhares de pessoas prejudicadas financeiramente devido à diminuição da renda mensal ou até mesmo perda de emprego.

Quem já pensava em fazer o seguro a mais tempo, tirou esse plano do papel. Quem parou para pensar no assunto só agora, ficou mais atento à necessidade de contar com uma proteção. Esse interesse deve continuar crescendo no pós-pandemia. Sabe por quê? Veja:

Mesmo antes da pandemia já havia sido divulgado um significativo crescimento de seguros de pessoas, como seguros de vida, de acidentes pessoais, doenças graves, entre outras modalidades de proteção. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, a contratação desse tipo de seguro chegou a R$ 38 bilhões em 2018, uma alta de 10% em relação aos valores de 2017.

Isso mostra que os brasileiros em geral estão cada vez mais preocupados com o futuro e bem estar. Portanto, no pós-pandemia essa tendência deve ser manter.

Mas afinal, quem precisa do seguro de vida?

Veja os principais casos em que é indicado contratar um seguro de vida:

  • Quando a pessoa tem filhos, pais, avós ou outro familiar dependente;
  • Ou é o único provedor da família;
  • Quando o cônjuge está impossibilitado de trabalhar;
  • É solteiro e não quer deixar suas dívidas para seus familiares;
  • Para dar condições à sua família continuar os seus negócios, em caso de morte;
  • Quando a pessoa está começando a construir patrimônio mas ainda não possui reserva financeira necessária para garantir o padrão de vida da sua família, em caso de ausência.

Neste artigo, você vai perceber que, na maioria das vezes, vale a pena contratar um seguro de vida, agora e pós-pandemia. Veja!

Seguro de vida e os tipos de cobertura

Morte por causas naturais e acidentais
Esta é a cobertura básica do seguro de vida. Neste caso, os beneficiários do segurado tem garantia de indenização de acordo com as condições contratuais estabelecidas na apólice, em caso de falecimento.

Doenças graves
Como nem toda doença grave causa morte, esse tipo de cobertura se diferencia da cobertura básica de um seguro de vida.

Ela se trata de uma indenização que ocorre caso o segurado contraia uma doença grave especificada na apólice, entre as mais comuns, câncer, doenças cardíacas, diabetes e insuficiência renal.

Sabe porque essa cobertura é muito importante? Quando este tipo de doença acontece e a pessoa não consegue se dedicar ao seu trabalho, muitas vezes perde também a remuneração recebida por ele. Ficar financeiramente dependente de amigos e familiares e ainda lidar com uma enfermidade é extremamente complicado.

Se você se perguntou sobre a Previdência Social, saiba que a lista de patologias que justificam a aposentadoria por invalidez no INSS é limitada e o valor desse benefício nem sempre é adequado.

Morte acidental
Você sabia que o seguro de vida tradicional cobre qualquer tipo de morte, seja ela por acidente ou doença? A cobertura por morte acidental é um adicional.

Trocando em miúdos se você contrata o seguro com adicional de morte acidental vai garantir um valor extra, que é somado à indenização básica. 

Renda hospitalar
Outra cobertura adicional é a de renda hospitalar. Trata-se de uma cobertura para indenizar de acordo com cada dia que o segurado está internado seja por acidente ou doença, ou seja, sem condições de trabalhar.

A maioria dos brasileiros depende da renda do trabalho, sendo assim, um seguro muito indicado e importante. Não podemos esquecer dos profissionais autônomos, que dependem exclusivamente da sua produtividade.

Assistência funeral
Provavelmente você já escutou falar da Assistência funeral. Diferente de todas acima, este tipo de cobertura é responsável pelos serviços à família do segurado falecido como traslado do corpo, carro funerário, sepultamento. Não há um valor previamente concordado.

Este tipo de cobertura vale muito a pena para ajudar a lidar com um momento tão difícil enfrentado pelas famílias.

Investimento
Muitas pessoas ficam na dúvida se vale a pena investir no seguro de vida com medo de ser dinheiro jogado fora, como citamos no início deste texto.

Porém, os preços são definidos com base no perfil de cada contratante sem que haja nenhum tipo de cobrança fora da sua realidade.

Os valores variam de acordo com a seguradora após avaliação dos riscos de sinistro de cada segurado, levando em consideração fatores relativos à sua vida como ser fumante ou não, praticante de atividades físicas ou não, histórico de saúde e trabalhos que são de altíssimo risco de acidentes.

Agora que você já sabe como funciona o seguro de vida, convidamos você para fazer uma avaliação junto com a Garseg sobre o seu caso específico e tirar todas as suas dúvidas. Clique aqui e fale com um de nossos corretores.

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